Começar um negócio é uma tarefa bastante desafiadora, mas muito gratificante. Assim que surge a ideia de empreender, é preciso identificar uma boa oportunidade e tomar uma série de decisões que guiarão o rumo da sua empresa.

Uma dessas decisões diz respeito a ter ou não um sócio. As duas opções possuem pontos positivos e negativos e a alternativa mais adequada depende do caráter do negócio e do perfil do empreendedor

Neste post, reunimos tudo o que você precisa saber para decidir se prefere começar um negócio sozinho ou em sociedade. Confira! 

Saiba que ter um sócio significa compartilhar

Começar um negócio com outra pessoa significa, antes de tudo, compartilhar não só os lucros e objetivos, mas também o trabalho, as responsabilidades, as decisões, os custos e os riscos envolvidos. Dependendo da natureza do negócio que você pretende abrir, isso será extremamente vantajoso. 

Entretanto, há muitos empreendedores que preferem tomar decisões sem interferências de outras pessoas. Se esse for o seu caso, iniciar um empreendimento sozinho pode ser uma boa opção, mas lembre-se de que outras pessoas podem trazer soluções e insights gerenciais que você não esperava. 

De qualquer maneira, tenha em mente que discordâncias podem surgir e é preciso se preparar para lidar com elas. Os sócios devem compreender que são um time e que devem trabalhar em prol do sucesso da empresa. Por isso, é importante escolher alguém que seja de sua inteira confiança, definindo com clareza qual será o papel de cada um na sociedade.

Compreenda as possibilidades jurídicas 

Ao optar ou não pela sociedade, é preciso considerar as modalidades jurídicas de empresas. Caso você queira começar um negócio sozinho, as opções são:

  • MEI (Micro Empreendedor Individual);
  • EI (Empresário Individual);
  • Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI).

O MEI só se aplica para quem faturará até R$ 60 mil por ano, mas nem todas as atividades econômicas podem ser exercidas nessa modalidade. Por outro lado, EI e EIRELI podem faturar até R$ 3,6 milhões por ano, mas na primeira opção não há separação entre o patrimônio pessoal do empreendedor e os bens da empresa. Além disso, é preciso fazer um investimento inicial de, no mínimo, 100 salários-mínimos para ser EIRELI. 

No caso das sociedades, uma das modalidades mais comuns é a Sociedade Limitada, em que dois ou mais sócios têm determinada participação na empresa em razão da sua contribuição inicial e, portanto, respondem de forma limitada às dívidas eventualmente contraídas.

Lembre-se de que a modalidade jurídica escolhida impacta no regime tributário da sua empresa. Além disso, outro importante fator a ser considerado é a necessidade de capital para começar o negócio: se for uma quantia muito alta, pode ser que você precise de um sócio para fazer esse investimento inicial.

Faça a sua escolha ao começar um negócio

Como falamos no início deste post, começar um negócio em sociedade ou sozinho é uma decisão muito importante. A melhor opção é aquela que se ajusta mais ao seu perfil e ao tipo de negócio que você pretende começar. Por isso, faça a sua escolha com consciência! 

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