Antes de iniciar um novo empreendimento, várias dúvidas surgem na cabeça do idealizador. Dentre elas, escolher um sócio é um dos pontos crucias e que comprometem a longevidade do negócio.

Você pensa em realizar um investimento e precisa da ajuda de um parceiro para fazer dar certo, mas não sabe como tomar essa decisão? Não se preocupe, pois fizemos uma lista para ajudá-lo. Confira!

1. Afinidade

É essencial que você tenha um relacionamento saudável com o parceiro, pois esse “casamento” vai durar muito tempo. Entretanto, a escolha por algum membro da família não é aconselhável, uma vez que pode comprometer a estrutura familiar e envolver outros parentes.

A afinidade é muito importante para criar um ambiente harmonioso dentro da empresa e manter um bom clima. Esse fator precisa ser observado, mas não deve ser o único método para escolha. Continue a leitura para entender o motivo.

2. Complementação

Se você possui um bom relacionamento com seu candidato, mas ele não soma forças, significa que ele não será suficiente para o negócio. Um time forte é aquele que conta com qualidades distintas, porém complementares.

Em termos práticos, imagine que você é muito bom em lidar com pessoas, mas não tem domínio na gestão financeira. Nesse caso, o ideal é encontrar alguém que possua essa habilidade.

3. Capacidade de liderança

É muito comum que um sócio se ausente e o outro fique dentro do empreendimento, como nos casos de férias, vendas externas e treinamentos.

Sendo assim, todos os parceiros precisam ter a capacidade de liderar uma equipe e solucionar conflitos. Existem problemas que não podem ser adiados e, por isso, é tão importante que a liderança seja uma habilidade de todos os sócios.

4. Pró-atividade

Essa é uma qualidade que deve ser buscada na hora de escolher alguém para acompanhá-lo nessa jornada. A atitude de vocês será o diferencial em um projeto e na administração do negócio.

Procure alguém que não tenha medo ou receio de corrigi-lo ou comunicar algo ruim, que saiba ouvir e dar feedbacks, que não seja acomodado e saiba reagir nas adversidades.

5. Objetivos estabelecidos

Quando esse fator não é levado em consideração, a empresa corre sérios riscos de fracassar. Tenha uma conversa franca com o pretendente, a fim de conhecer melhor as expectativas em relação ao negócio.

Imagine que a sua intenção seja fazer seu empreendimento virar uma franquia, mas o seu sócio tenha um pensamento muito menor que o seu. Isso resultará em conflitos posteriores e comprometerá o crescimento da empresa.

Utilizar o plano de negócio é uma excelente alternativa para mapear todos os processos e projetar o futuro da organização.  

6. Capacidade de investimento

Ao iniciar um empreendimento, o payback deve ser analisado. Esse indicador representa o tempo calculado para que um negócio ou projeto comece a dar retorno financeiro.

Até que o lucro gerado se iguale à aplicação realizada, sua empresa não terá condições de fazer grandes investimentos. Quando somente uma pessoa tem recursos financeiros para injetar na organização, é muito comum que a relação se desgaste e cause ruptura.

Você precisa contar com imprevistos e ter reserva para contornar as situações desfavoráveis, como nos casos da manutenção de um equipamento, aumento do aluguel, reajuste de salário, processo trabalhista, demissão, assalto etc.

O que achou das nossas dicas sobre como escolher um sócio? Se você tem alguma informação importante para compartilhar, deixe o seu comentário no post!